O índice glicêmico é uma maneira de classificar os carboidratos de acordo com a velocidade que ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue) ,quanto maior seu índice glicêmico mais agudo é o aumento da glicemia e consequentemente a liberação de insulina é mais estimulada.

A insulina por sua vez, é um hormônio peptídico anabólico que tem a função de estimular transportadores nas membranas celulares, que servem de porta para entrada de glicose principalmente no músculo onde, a glicose, é utilizada como fonte de energia ou armazenada na forma de glicogênio muscular, e também no tecido adiposo, onde a mesma participa da formação de triglicerideos, moléculas compostas por 3 moléculas de ácidos graxos e uma de glicerol, principal constituinte das células de gordura (adipócitos).

 

Ao ingerir carboidratos de alto índice glicêmico (cereais refinados, açúcar, pão branco, tapioca, suco de frutas) acontece um aumento descontrolado da glicemia, levando ao um aumento demasiado de insulina, ocasionando maior entrada de glicose para o adipócito, maior formação de glicerol e ácidos graxos no fígado, podendo levar além do acúmulo de gordura subcutânea um aumento também da gordura visceral.

Consumir carboidratos de alto indice glicêmico pode levar ao aumento da formação de gordura e reduzir seus ganhos, prefira os carboidratos de baixo índice glicêmico (grãos e cereais integrais, batata doce, etc) que mantém a glicêmia mais controlada e otimiza a queima de gordura.

Porém para aqueles indivíduos com metabolismo mais acelerado e para os que buscam hipertrofia muscular carboidratos de índice glicemico mais alto podem ser utilizados principalmente no pós treino, para que possa ocorrer uma maior liberação de insulina e favorecimento de reações anabólicas, como a síntese protéica!

Endereço:

Rua Profº Folk Rocha, Bairro Jardim Ouro Branco | nº 0650 | CEP: 47802-200. Clinica Cognitiva – 2° andar, Sala 207 – Barreiras BA.

Telefone: (77) 9-9976-2386

– E-mail: augusto-porto@hotmail.com

– Whatsapp: (77) 9-9976-2386

– Instagram: @augustoportonutri

*Texto: Dr. Augusto Porto


Sobre o autor

Relacionados

Leave a Reply

Your email address will not be published.

comentários